O sistema cardiovascular é um circuito fechado com uma bomba (coração), tubos (vasos) e um líquido (sangue). O sangue sempre anda em um só sentido, da maior para a menor pressão.
Levar O₂ e nutrientes às células, retirar CO₂ e resíduos, transportar hormônios, distribuir calor e células de defesa. No exercício: abastecer o músculo ativo.
Coração: a bomba. Vasos: artérias saem do coração, veias voltam a ele, capilares fazem as trocas. Sangue: o líquido que transporta tudo.
Plasma (~55%): água com nutrientes, hormônios e proteínas. Hemácias: levam O₂ na hemoglobina. Leucócitos: defesa. Plaquetas: coagulação. Um adulto tem cerca de 5 L de sangue.
Ao contrair, o coração cria a pressão que empurra o sangue pelos vasos. Em repouso bombeia ~5 L por minuto, ou cerca de 7.200 L por dia.
O lado direito recebe o sangue que volta do corpo e o envia aos pulmões. O lado esquerdo recebe o sangue que vem dos pulmões e o envia ao corpo.
Ventrículo direito → artérias pulmonares → pulmões (o sangue recebe O₂) → veias pulmonares → átrio esquerdo.
Ventrículo esquerdo → aorta → artérias → capilares dos tecidos (entrega O₂) → veias → veias cavas → átrio direito.
As valvas do coração e das veias funcionam como roletas: deixam passar só para frente.
A bolinha muda de cor: vermelha com muito O₂, azul com menos O₂. Na figura, o lado direito do coração aparece à esquerda (como se você olhasse para a pessoa de frente).
Quatro câmaras: os átrios recebem, os ventrículos bombeiam. Quatro valvas garantem o sentido único. O ventrículo esquerdo tem a parede mais grossa porque empurra o sangue para o corpo todo.
Câmaras de cima, paredes finas. Recebem o sangue das veias.
Câmaras de baixo. Bombeiam para as artérias. O septo separa direito e esquerdo, sem misturar sangue.
Entre átrio e ventrículo: tricúspide (direita) e mitral (esquerda). Presas por cordas tendíneas aos músculos papilares.
Na saída dos ventrículos: pulmonar e aórtica. Impedem que o sangue volte para o ventrículo.
É a câmara mais forte e a que mais se adapta ao treino. Dele depende o volume de sangue que chega aos músculos.
O coração não usa o sangue que passa por dentro dele: é nutrido pelas artérias coronárias (direita e esquerda), os primeiros ramos da aorta. Elas recebem sangue principalmente na diástole, quando o músculo relaxa e deixa de apertá-las. O sangue volta pelas veias cardíacas ao seio coronário, que desemboca no átrio direito. O coração já extrai cerca de 75% do O₂ que chega a ele; por isso, no exercício, só recebe mais O₂ se o fluxo coronariano aumentar. Uma coronária entupida causa o infarto.
Vista de frente: o lado direito do coração aparece à esquerda da figura. Azul = sangue com menos O₂; vermelho = sangue rico em O₂.
O coração tem seu próprio "gerador" elétrico, o nó sinoatrial. O sinal passa pelos átrios, faz uma pausa no nó atrioventricular e desce rápido pelos ventrículos. O ECG registra esse caminho na pele.
No átrio direito. É o marca-passo: dispara sozinho ~70 vezes/min. Por isso o coração bate mesmo sem comando do cérebro.
Única passagem para os ventrículos. Faz uma pausa (~0,1 s) para os átrios terminarem de encher os ventrículos.
Levam o sinal muito rápido até a ponta do coração (ápice). Os ventrículos contraem de baixo para cima, como quem aperta um tubo de pasta de dente a partir do fundo.
As células do coração são ligadas por discos intercalares, que têm junções comunicantes. Por elas o sinal passa de uma célula para outra, e todas contraem juntas.
| No ECG | O que é | O que o coração faz |
|---|---|---|
| Onda P | Despolarização dos átrios | Átrios contraem |
| Intervalo PR | Pausa no nó AV | Ventrículos terminam de encher |
| Complexo QRS | Despolarização dos ventrículos | Ventrículos contraem |
| Onda T | Repolarização dos ventrículos | Ventrículos relaxam |
O traçado é desenhado em um papel quadriculado que corre 25 milímetros por segundo. Por isso, distância no papel = tempo.
Cada quadradinho tem 1 mm. Como o papel anda 25 mm em 1 s, cada um vale 1 ÷ 25 = 0,04 s.
Cada quadrado grande (de linha mais forte) tem 5 quadradinhos: 5 × 0,04 = 0,2 s. Em 1 minuto cabem 60 ÷ 0,2 = 300 quadrados grandes.
| Quadrados grandes entre dois R | 1 | 2 | 3 | 4 | 5 | 6 |
|---|---|---|---|---|---|---|
| FC (300 ÷ n) | 300 | 150 | 100 | 75 | 60 | 50 |
Dica para decorar: 300 – 150 – 100 – 75 – 60 – 50. Se o R cair no meio de um quadrado, conte os quadradinhos e use 1500 ÷ nº de quadradinhos (1 minuto tem 1500 quadradinhos).
Os quadrados grandes entre os dois picos R estão numerados. FC = 300 ÷ nº de quadrados grandes.
Cada batimento é um ciclo: diástole (relaxa e enche) e sístole (contrai e ejeta). As valvas abrem e fecham conforme a pressão, e o fechamento delas faz o som "tum-tá".
Ventrículos relaxados, valvas AV abertas, semilunares fechadas. O sangue enche os ventrículos e, no fim, os átrios contraem e completam o enchimento (cerca de 20%). Em repouso, a diástole ocupa cerca de 2/3 do ciclo.
Ventrículos contraem: valvas AV fecham, a pressão sobe até abrir as semilunares, e o sangue é ejetado na aorta e no tronco pulmonar.
Fechamento das valvas AV, no início da sístole.
Fechamento das valvas semilunares, no início da diástole.
| Variável | O que é | Repouso |
|---|---|---|
| VDF | Volume no ventrículo no fim da diástole (cheio) | ~135 mL |
| VSF | Volume que sobra após a sístole | ~65 mL |
| Volume sistólico (VS) | VDF − VSF: o que sai a cada batida | ~70 mL |
| Fração de ejeção | VS ÷ VDF | ~52% |
O débito cardíaco (DC) é quanto sangue o coração bombeia por minuto: DC = FC × VS. O simpático acelera e fortalece o coração; o parassimpático desacelera.
Libera noradrenalina/adrenalina. Aumenta a FC (efeito cronotrópico) e a força de contração (efeito inotrópico). Contrai os vasos.
Libera acetilcolina. Diminui a FC. Em repouso é ele quem predomina: sem ele, o coração bateria a cerca de 90–100 bpm.
Sobe primeiro pela retirada do parassimpático e depois pelo aumento do simpático. Cresce em linha com a intensidade.
Sobe até ~40–50% do VO₂máx e depois estabiliza. A partir daí, o DC cresce pela FC.
Mais sangue chegando (↑retorno venoso) estica mais o músculo e ele contrai com mais força: o coração ejeta o que recebe.
É ajudado pela bomba muscular (contração dos músculos das pernas), pela bomba respiratória e pela contração das veias.
220 − idade (simples) ou 208 − 0,7 × idade (mais precisa). Margem de erro de ±10–12 bpm.
~20–22 L/min em não treinados; até 35–40 L/min em atletas de endurance, graças ao VS maior.
Modelo de um jovem não treinado. Note que o VS para de subir perto de 40–50% e a FC continua subindo.
O coração do atleta cresce, e isso é bom (hipertrofia fisiológica). Doenças como a hipertensão também fazem o coração crescer, mas de forma prejudicial (hipertrofia patológica).
Causada pelo treino, que é uma sobrecarga intermitente. Função normal ou melhor, sem fibrose, com mais capilares. Regride quando a pessoa para de treinar.
Causada por sobrecarga contínua: hipertensão, problemas de valva, infarto. Coração rígido, com fibrose, pior função e risco de insuficiência cardíaca. Em geral não regride.
| Tipo de treino | Sobrecarga | Adaptação do ventrículo esquerdo |
|---|---|---|
| Aeróbio (corrida, ciclismo, natação) | De volume: mais sangue chegando | Cavidade maior (hipertrofia excêntrica) → mais VS |
| Força (musculação) | De pressão: PA alta durante o esforço | Parede mais grossa (hipertrofia concêntrica), geralmente dentro do normal |
A pressão é máxima na aorta e vai caindo pelo caminho até quase zero nas veias cavas. As arteríolas controlam para onde o sangue vai; as veias guardam a maior parte do sangue e precisam de ajuda para voltar ao coração.
Paredes grossas e elásticas. Esticam na sístole e retraem na diástole: mantêm o sangue andando entre as batidas.
Muito músculo liso. Contraem ou dilatam para mandar mais sangue aonde precisa (ex.: músculo no exercício).
Uma camada de células. É onde acontecem as trocas. O sangue passa devagar, dando tempo para a difusão.
Paredes finas, com valvas. Guardam ~60% do sangue. Pressão baixa.
A contração da panturrilha aperta as veias e empurra o sangue para cima; as valvas impedem a volta.
Recolhe o líquido que sai dos capilares e devolve ao sangue. Também filtra micróbios nos linfonodos.
A pressão oscila entre sistólica e diastólica nas artérias. A oscilação some nos capilares e o fluxo nas veias fica contínuo e com pressão baixa.
Pressão arterial é a força do sangue na parede das artérias. Ela depende de quanto sangue o coração bombeia (DC) e de quanta resistência as arteríolas oferecem à passagem do sangue. O corpo a controla com reflexos rápidos e hormônios.
Pico, durante a ejeção. Referência ~120 mmHg.
Menor valor, no relaxamento. Referência ~80 mmHg.
PAD + ⅓ (PAS − PAD). Fica mais perto da PAD porque a diástole dura mais.
Sensores na carótida e na aorta percebem a pressão. Se ela sobe, o bulbo aumenta o parassimpático e reduz o simpático: FC cai, vasos dilatam, PA volta ao normal. Se cai, o contrário.
Renina–angiotensina–aldosterona: contrai vasos e faz o rim reter sal e água (↑volume → ↑PA). O ADH também retém água.
| Exercício | PAS | PAD |
|---|---|---|
| Aeróbio de intensidade crescente | ⬆ sobe com a intensidade | ➡ igual ou ⬇ (vasos do músculo dilatam) |
| Força (musculação), principalmente prendendo a respiração | ⬆⬆ picos altos | ⬆ sobe |
| Depois de uma sessão aeróbia | Fica abaixo do repouso por algumas horas (hipotensão pós-exercício) | |
Diretriz Brasileira de Hipertensão 2025: 120/80 deixou de ser "normal" e passou a ser pré-hipertensão. Os slides usam a classificação antiga, então confira com o professor qual ele vai cobrar.
Infle o manguito até a artéria fechar, desinfle devagar e escute. O primeiro som é a PAS; quando os sons somem, é a PAD.
| # | Passo |
|---|---|
| 1 | Deixe o avaliado em repouso por 3–5 min: sentado, costas apoiadas, pernas descruzadas e bexiga vazia. Ele não deve ter tomado café, fumado ou comido nos 30 min anteriores, nem se exercitado nos 90 min anteriores. Ninguém conversa durante a medida. |
| 2 | Braço apoiado na altura do coração, palma para cima. |
| 3 | Manguito do tamanho certo, 2–3 cm acima da dobra do cotovelo. |
| 4 | Palpe o pulso radial e infle até ele sumir: esse valor é a PAS estimada. |
| 5 | Estetoscópio sobre a artéria braquial. Infle 20–30 mmHg acima da PAS estimada. |
| 6 | Desinfle 2–3 mmHg por segundo. 1º som = PAS; desaparecimento = PAD. |
| 7 | Repita após 1 min e faça a média. |
Manguito pequeno, braço abaixo do coração, pernas cruzadas, conversar durante a medida, bexiga cheia, café.
Manguito grande, braço acima do coração, desinflar rápido demais.
Clique em Inflar e depois em Desinflar. Clique em 1º som quando aparecer o primeiro "tum" e em Sumiu quando os sons acabarem.
O sistema respiratório leva o ar de fora até os alvéolos, onde o O₂ passa para o sangue e o CO₂ sai. No caminho, o ar é aquecido, umedecido e filtrado.
Troca de gases entre o ar e o sangue, e entre o sangue e as células.
Dentro das mitocôndrias: nutrientes + O₂ → energia (ATP) + CO₂ + H₂O.
Trocas gasosas, controle do pH, proteção contra partículas e micróbios, e fala.
Nariz → faringe → laringe → traqueia → brônquios → bronquíolos. Não troca gases (espaço morto, ~150 mL).
Alvéolos: sacos minúsculos envoltos por capilares. Somados, têm cerca de 75 m² de área, o tamanho de uma quadra esportiva.
Aquece a 37 °C, umedece a 100% e filtra: o muco prende partículas e os cílios as levam para a garganta. O cigarro paralisa os cílios.
Tipo I: finíssimas, fazem a troca. Tipo II: produzem surfactante, que facilita a abertura dos alvéolos.
Duas membranas com um pouco de líquido entre elas. O líquido "cola" o pulmão na parede do tórax; assim, quando o tórax se expande, o pulmão é puxado junto.
O pulmão não tem músculo próprio. Os músculos respiratórios aumentam o tórax, a pressão dentro do pulmão cai e o ar entra. Na expiração de repouso os músculos só relaxam e o pulmão volta sozinho, como um elástico.
Diafragma contrai e desce (faz a maior parte do trabalho). Intercostais externos e escalenos levantam as costelas. No esforço, entram também os músculos do pescoço (esternocleidomastoideo).
Repouso: passiva, pela retração elástica. Exercício: ativa, com abdominais e intercostais internos.
| Momento | Pressão no alvéolo | Ar |
|---|---|---|
| Pausa | Igual à atmosférica | parado |
| Inspiração | ~1 mmHg abaixo | entra |
| Expiração | ~1 mmHg acima | sai |
Volumes são partes do ar do pulmão que não se sobrepõem. Capacidades são somas de volumes. Nem todo ar que entra chega aos alvéolos: parte fica no espaço morto.
| Sigla | O que é | Homem / Mulher |
|---|---|---|
| VC | Volume corrente: uma respiração normal | 500 / 500 mL |
| VRI | Quanto ainda dá para inspirar depois de uma inspiração normal | 3.000 / 1.900 mL |
| VRE | Quanto ainda dá para expirar depois de uma expiração normal | 1.100 / 700 mL |
| VR | Volume residual: sempre fica (não se mede no espirômetro) | 1.200 / 1.100 mL |
| CV | Capacidade vital = VRI + VC + VRE | 4.600 / 3.100 mL |
| CPT | Capacidade pulmonar total = CV + VR | 5.800 / 4.200 mL |
| CI · CRF | CI = VC + VRI · CRF = VRE + VR | 3.500 · 2.300 mL (H) |
FR × VC = 12 × 500 = 6 L/min. Todo o ar que entra e sai.
FR × (VC − 150) = 12 × 350 = 4,2 L/min. Só o ar que chega aos alvéolos.
Gases vão de onde a pressão parcial é maior para onde é menor. O O₂ passa do alvéolo para o sangue; o CO₂ faz o caminho inverso. A membrana alvéolo-capilar é finíssima para isso ser rápido.
Fração do gás × pressão total. Ar ao nível do mar: 21% × 760 ≈ 159 mmHg de O₂.
É a parede do alvéolo colada à parede do capilar. Tem menos de 1 µm de espessura e uma área enorme.
Mais área, maior diferença de pressão e membrana mais fina.
| Local | PO₂ | PCO₂ |
|---|---|---|
| Alvéolo | 100 mmHg | 40 mmHg |
| Sangue arterial | 100 | 40 |
| Células em repouso | 40 | 46 |
| Sangue venoso | 40 | 46 |
98% preso à hemoglobina, só 2% dissolvido. O músculo em exercício (quente, ácido, com mais CO₂) faz a hemoglobina soltar mais O₂.
~70% como bicarbonato, ~20% preso à hemoglobina e ~10% dissolvido.
No exercício a ventilação pode subir de 6 para mais de 100 L/min. Em intensidade leve/moderada ela sobe mais pelo volume corrente (respirar fundo); em intensidade alta, pela frequência respiratória.
| Repouso | Exercício intenso | |
|---|---|---|
| Frequência respiratória (FR) | 12–15 /min | 35–45 /min (60–70 em atletas de elite) |
| Volume corrente (VC) | 0,4–1 L | até ~3 L |
| Ventilação (VE) | ~6 L/min | 90–150 L/min (15–25× o repouso) |
Logo no início, antes de o sangue mudar: vem do comando do cérebro e de sensores nos músculos e nas articulações.
Depois, a ventilação acompanha a produção de CO₂, o H⁺ e a temperatura.
Em intensidade alta, a ventilação sobe mais que o consumo de O₂, acompanhando o aumento do lactato.
Centros no bulbo e na ponte. O principal estímulo é o CO₂, percebido por quimiorreceptores. A falta de O₂ só estimula fortemente a respiração quando a PO₂ do sangue cai abaixo de 60 mmHg.
Volumes pulmonares quase não mudam. Em esforço submáximo: menos FR, mais VC (respiração mais eficiente). No máximo, VE maior.
VE ÷ VO₂: quantos litros de ar a pessoa ventila para cada litro de O₂ consumido. Em exercício moderado fica em 20–25; acima do limiar sobe para 35–40.
Os limiares ventilatórios mostram a partir de que intensidade o esforço fica "pesado". São usados para prescrever a intensidade do treino aeróbio de forma individual.
Na esteira ou bicicleta, com uma máscara que mede o ar: registra VE, VO₂ e CO₂ a cada respiração e identifica o VO₂máx e os limiares.
Modelo ilustrativo de um jovem ativo.
No sangue, o CO₂ forma ácido carbônico. Respirar mais elimina CO₂ e o sangue fica menos ácido; respirar menos acumula CO₂ e o sangue fica mais ácido. É o tampão ventilatório.
7,35 a 7,45. Abaixo = acidose; acima = alcalose.
Neutraliza o H⁺ e forma CO₂, que os pulmões eliminam em minutos. Os rins fazem o ajuste lento, em horas a dias.
CO₂ acumula → mais H⁺ → acidose respiratória.
CO₂ cai → menos H⁺ → alcalose respiratória (ex.: ansiedade).
Meça frequência cardíaca (FC) e respiratória (FR) em repouso, logo após um exercício e durante a recuperação. Depois compare os números.
| # | Como fazer |
|---|---|
| 1 | Repouso: 5 min sentado. FC no pulso radial (conte 15 s × 4). FR olhando o tórax por 60 s, sem a pessoa perceber. |
| 2 | Exercício: 3 min de polichinelo, step ou corrida parada. |
| 3 | Logo ao parar: meça a FC e a FR nos primeiros 15 s. |
| 4 | Recuperação: repita as medidas 1, 3 e 5 min depois de parar. |
60–100 bpm. Treinados podem ter menos de 60.
12–20 ciclos por minuto.
Quanto mais a FC cai no 1º minuto, melhor o condicionamento (volta do parassimpático).
| Momento | FC (bpm) | FR (/min) |
|---|---|---|
| Repouso | ||
| Logo após | ||
| 1 min | ||
| 3 min | ||
| 5 min |